E ela pede a você para parar
Se rasteja aos seus pés
Implora para não gritar
E você não pára
E você não liga
E você não entende
Tem prazer de vê-la sofrer
De analisá-la surtando
De fazê-la lembrar
Para quê humilhar
Quando suas próprias memórias já dão conta disso tão bem?
Lâminas, destroços e frágeis fragmentos
Lâminas, destroços e frágeis fragmentos
Destruíram o corpo aparentemente indefeso
Explodiram a mente aparentemente sadia
Fantasmas insistem e sopram ao seu ouvido coisas nefastas
Coisas insanas, horrendas e tão belas
Vultos a prendem aos mais terríveis pesadelos
E, mesmo sabendo disso
Ela ainda opta por dormir...

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