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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

De que maçã estamos falando mesmo?


Um dia depois da morte do famoso Steve Jobs – co-fundador da Apple – a não tão famosa – e inteligente – mulher Maçã, pronunciou-se, declarando seu choque ao saber do falecimento do magnata.
Para ela, sua fama tem uma conexão direta ao brilho de “ESTEVE” Jobs (gritos de terror).

Lendo isso, fiquei tentando – juro! – fazer alguma conexão entre as maçãs (conexão, “Esteve”, maçã...) Hã, hã.. É! Meio difícil pensar em qualquer coisa que apresente qualquer sentido...

Bom, depois dessa, só me resta dizer que exijo o direito de aliar minha fama à vida e sucesso de Amy Winehouse.  Lógico! Porque não pensei nisso antes?!
Amy, com sua “voz de jazz e blues” e eu, tudo a ver! Por motivos óbvios, não explicarei detalhadamente nossa íntima verossimilhança. Nosso talento nato, nossa voz perfeita, nosso tudo tudo tudo! Não há argumentos! Sou eu a encadernação da “Amynha” (apelido carinhoso que dei à cantora – tinha intimidade para chamá-la assim! Morram de inveja! xD).

Gente! Peloamor! Tenham piedade (de mim, é claro!). Não esperem muita coisa desse textículo. Minhas palavras estão falhas. Bom, para ser bem sincera, estou tão emocionada em saber que estou tendo a oportunidade de dedicar um texto a alguém tão, tão... tão íntima da Apple, que não consigo nem me expressar direito. Acho que não sou merecedora disso. Sou uma ameba mesmo! Que vergonha Ju Disconzi (eu tá?).
 Complicado escrever qualquer coisa que possa aliar a moça da maçã ao moço “desses telefones ultra-mega-modernos”, mas juro que tentei ok?
E viva as maçãs mordidas!

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